terça-feira, 21 de outubro de 2014

VICIO DE CRAK AGORA TEM CURA PLANTA EFICAZ CONTRA O VICIO

Pesquisa brasileira mostra que remédio feito a partir de composto extraído de árvore africana interrompeu a dependência de drogas como crack e cocaína em 72% dos casos

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo divulgaram na semana passada resultados animadores sobre a eficácia da ibogaína no tratamento de dependências químicas. O medicamento é produzido a partir de substâncias extraídas da raiz da planta africana iboga. De acordo com trabalho conduzido na instituição, o remédio pode interromper o vício em drogas como o crack, a cocaína, a maconha e também em álcool em 72% dos casos. O artigo sobre a experiência será publicado em dezembro no “The Journal of Psychopharmacology”, importante publicação da área de farmacologia.


PODER
Em muitos casos, foi preciso apenas uma dose
para interromper a dependência em crack
O remédio já é usado no Canadá, na Nova Zelândia e em países da América Central. Ele produz dois efeitos no cérebro. O primeiro é a elevação da concentração de uma substância capaz de criar conexões entre os neurônios e de reparar as que foram danificadas pelas drogas. A segunda é possibilitar a manutenção de quantidades adequadas de compostos cerebrais relacionados à sensação de prazer (serotononina, dopamina e noradrenalina). Dessa forma, de uma vez só, o indivíduo tem melhorado o funcionamento cerebral – antes prejudicado – e redescobre o prazer em outras coisas, e não mais nas drogas.
Na experiência da Unifesp, 75 pacientes (67 homens e oito mulheres) foram acompanhados entre 2005 e 2013. Todos haviam sido submetidos a vários tratamentos antes. “Após receberem a Ibogaína, 55% dos homens e 100% das mulheres se livraram da dependência por pelo menos um ano”, diz o médico Bruno Chaves, um dos idealizadores da pesquisa, coordenada pelo psiquiatra Dartiu Xavier. É um índice significativo, principalmente quando comparado ao obtido com a terapia tradicional, que obtém resultados semelhantes em apenas 5% a 10% dos casos.

A maioria precisou de apenas uma dose do remédio. O dependente fica internado entre quatro e 48 horas para que receba acompanhamento médico durante a ação da ibogaína. O remédio – que tem sua importação permitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – não é alucinógeno, mas estimula a produção de sonhos.
Foto: Apu Gomes/Folhapress
Fonte: www.istoe.com.br

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Luana Moreno participa do Curso “Controle Exercido por Conselhos de Assistência Social”

Coordenadora do CRAS IV Luana Brito Pina Moreno participa do Curso “Controle Exercido por Conselhos de Assistência Social” promovido pelo Instituto Serzedello Corrêa (ISC), unidade do Tribunal de Contas da União responsável por ações educativas. Entre os temas propostos no curso estão o funcionamento da assistência social no Brasil, os modelos de controle, a atuação dos conselheiros municipais de assistência social e o acompanhamento da gestão do Programa Bolsa Família e do Fundo Municipal de Assistência Social. Apesar de o curso ser direcionado aos conselheiros, qualquer cidadão interessado no tema pode se inscrever o que foi o meu caso já que exerço uma função onde devo estar sempre atualizada para poder oferecer à comunidade de abrangência do CRAS IV – Vila Brasil, um trabalho de qualidade à população em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação ou ausência de renda, com vínculos familiares, comunitários e de pertencimento fragilizados e vivenciam situações de discriminação etária, étnica, de gênero ou por deficiências, entre outros. Ao receber hoje meu certificado de conclusão do Curso “Controle Exercido por Conselhos de Assistência Social” me veio o sentimento de gratidão pelo carinho e confiança depositada pela Secretária Antonia Pedrosa quando me convidou para assumir esta coordenação e com isto está possibilitando poder contribuir com a comunidade Barreirense diz Luana.